SINDICATO DOS GUARDAS CIVIS METROPOLITANOS DE SÃO PAULO
Visitantes On-line
23
Total de Visitas
1814442

Central de Atendimento (11) 3231-0330

Notícias

publicado em 23/10/2018
REUNIÃO COM A SMSU EM 22/10/2018
A Diretoria do Sindguardas-SP se reuniu com a Secretaria Municipal de Segurança Urbana na tarde do dia 22/10/2018, dando encaminhamento às negociações que envolvem salário e condições de trabalho dos Guardas Civis Metropolitanos. As pautas tratadas foram:

REAJUSTE SALARIAL

A Diretoria do Sindguardas-SP questionou sobre a valorização dos policiais da Guarda Civil Metropolitana, em relação ao reajuste do RETP e piso salarial, além do reajuste da DEAC. 

A SMSU respondeu que o reajuste do piso salarial já foi votado e aprovado em primeira e segunda votação na Câmara dos Vereadores, contudo, ficou pendente de votação de duas emendas ao PL, as quais estão previstas para serem votadas no dia 30/10/2018. Com a aprovação e sanção da Lei, o novo piso salarial da Categoria será de R$ 2.180,00. Isso representa um reajuste de 31,65% no piso salarial, que até então é de R$ 1.656,00, instituído pela Lei 16080/14.

Uma outra novidade é que a gratificação de motorista, que na Lei 16080/14 entra na conta para a composição do piso salarial, nesta nova lei não será mais contabilizada. Significa dizer que nenhum policial da GCM poderá receber menos que R$ 2.180,00 e, se for motorista e preencher os requisitos da gratificação de motorista, receberá mais R$ 151,00.

Sobre o RETP, o Secretário Adjunto Fernando Lorencini informou que o governo tinha a intenção de aguardar a aprovação do piso salarial na Câmara dos Vereadores para então sancionar a Lei e promulgar o Decreto de reajuste do RETP junto, mas, dado o adiamento da aprovação do PL do Piso Salarial, o governo sinaliza que assinará o Decreto de Reajuste do RETP no próximo dia 26/10/2018 (sexta-feira) e anunciará o feito na formatura da Turma LXII, na Academia de Formação em Segurança Urbana. Com o reajuste, o RETP passará de 80% para 90% e esse reajuste atinge todos os policiais GCM da ativa e os que foram aposentados com paridade, lembrando que este reajuste também retroage a 01/10/2018. A promessa do governo é que o RETP será reajustado em 10% nessa ocasião e mais 10% em janeiro de 2020, estabelecendo a gratificação em 100% do vencimento padrão.

Sobre o reajuste da DEAC, a SMSU respondeu que o processo de reajuste está na Secretaria de Gestão, que a minuta havia voltado para a SMSU e foram feitos alguns ajustes, com a finalidade de não atrasar a sua aprovação, e já foi remetida novamente à SGP. A intenção do governo é colocá-la em pauta na Câmara dos Vereadores tão logo seja aprovado o piso salarial naquela casa legislativa. A SMSU remeterá a minuta do PL de reajuste da DEAC ao Sindguardas-SP, momento em que daremos publicidade ao efetivo.

Sobre a segunda parcela do Prêmio de Desempenho, a SMSU informa que o processo já está na Junta de Orçamento e Finanças e que está tudo andando corretamente para o pagamento da segunda parcela no mês de dezembro.

QUESTÕES RELACIONADAS À CARREIRA

O Sindguardas-SP questionou sobre a solução que a SMSU ficou de dar para o problema do reconhecimento das extensões universitárias nos procedimentos de Promoção Vertical, uma vez que a DRH se ampara em um comunicado 021 para negar a pontuação de extensões universitárias que, segundo o comunicado, não estão pertinentes com a área de atuação da GCM. Ocorre que não existe publicidade deste comunicado e ninguém sabe ao certo qual extensão é aceita e qual não é, lembrando que o Decreto que trata da pontuação não restringe nenhum curso. Sobre esta questão a SMSU solicitou à DRH que dê uma resposta no prazo de 10 dias, porque havia uma proposta de normatizar os cursos aceitos pela própria SMSU, mas até o momento não foi normatizado.

Outra questão da carreira apresentada pelo Sindguardas-SP diz respeito aos Terceiras Classes que sofreram CAT durante o estágio probatório e, por isso, o sistema não contabiliza este tempo e trava a conclusão do estágio e consequente evolução para Segunda Classe, prejudicando, ainda, na mudança de grau (letra). A solução desse problema passa por uma parametrização do sistema, a qual é feita pela Secretaria de Gestão, mas o Diretor da DRH Severino Sobreira encaminhou pedido de solução em março desse ano e até o momento a Gestão não solucionou.

Sobre esse assunto, o Secretário Adjunto Lorencini reconhece que o policial GCM não pode ser prejudicado pelo problema de sistema da Prefeitura e determinou que se busque uma solução dentro do menor tempo possível, partindo da premissa de que, se o sistema não funciona, deve ser oferecida uma solução alternativa para não prejudicar o policial GCM.

Continua...




 

Comentários

Mais Notícias

Onde Estamos
Rua Xavier de Toledo - 84 - 2º Andar - São Paulo | Telefones: 11 3231 - 0330 / 3231.4902 | Próximo ao metro Anhangabaú

Logo Infosind